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Como superar a síndrome de Estocolmo

Como superar a síndrome de Estocolmo

A Síndrome de Estocolmo faz referência a um estado psicológico causado por uma pessoa que tem sido vítima de um sequestro ou uma situação de cativeiro involuntário. As pessoas que sofrem da Síndrome de Estocolmo, mostram sentimentos positivos para seu sequestrador e inclusive podem chegar a estabelecer relações sentimentais com eles. Os especialistas do tema propõem que se trata de uma defesa inconsciente que a vítima tem, criada pelo instinto de sobrevivência. A Síndrome de Estocolmo, também faz alusão a situações de maltrato doméstico e outros tipos de situações. De seguida, em umComo.com.br mostramos-lhe como superar a Síndrome de Estocolmo.

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Passos a seguir:
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Tratamento. É importante que a pessoa que sofra da Síndrome de Estocolmo consulte um médico especialista ou um psicólogo, para poder elaborar uma estratégia que lhe permita superar esta situação. A intervenção de profissionais da saúde é fundamental nestes casos.

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Não insista. As pessoas com a Síndrome de Estocolmo não conseguem ver a complexidade da situação. Não tente convencê-la do que acontece, nem tente obrigá-la a mudar de opinião. Simplesmente fale com ela e explique de forma tranquila seu ponto de vista, evite que se afaste de você para poder ajudá-la.

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Demonstre-lhe carinho. Demonstre-lhe o seu amor e compreensão. Transmita-lhe confiança para que ela não o veja como um inimigo.

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Mantenha contato. Muitas vezes, nesta situação, a pessoa tende a se isolar, por isso é importante manter a comunicação. Mas certifique-se de que ela não se sente invadida.

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Tranquilidade. Muitas vezes, esta situação gera impotência. O importante é manter a calma para evitar que essa pessoa se afaste e com ela a ajuda que lhe podemos dar. Seja paciente, ela escutará você se lhe transmitir confiança e compreensão.

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Procure informação a respeito do assunto. Com frequência, os centros de saúde locais oferecem assessoramento em relação ao tema e podem ajudá-lo a resolver esta situação.

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Ouça. Se ela sentir confiança em você, falará de sua situação. Nestes momentos, mantenha seus sentimentos controlados, não demonstre repulsa nem desespero. Escute-a e quando considerar necessário, dê sua opinião, mas tenha cuidado com a forma de o fazer e como diz as coisas, para evitar que a pessoa fique na defensiva.

Este artigo é meramente informativo, no umCOMO não temos capacidade de receitar nenhum tratamento médico nem realizar nenhum tipo de diagnóstico. Convidamos você a recorrer a um médico no caso de apresentar qualquer tipo de condição ou mal-estar.

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Conselhos
  • O tratamento com um médico especialista ou um psicólogo é fundamental nestes casos.

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2 comentários
A sua avaliação:
Drycamei33@gmail.com
Como chegar à alguém que sofre esse drama e, se afasta de todos que foram testemunhas.
Thiago
Doença dos Petistas, Lulistas e derivados.

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