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Quais os sintomas da pré-eclâmpsia

Por Paula Cassandra. Atualizado: 16 janeiro 2017
Quais os sintomas da pré-eclâmpsia
Imagem: mulher.com.br

Existem complicações que podem ocorrer durante a gravidez, por isso, é importante saber identificar quais os sintomas da pré-eclâmpsia, problema esse que é responsável pela maioria das mortes durante a gestação no Brasil. Para esclarecer dúvidas sobre o assunto, o umComo.com.br vai falar sobre os principais aspectos dessa doença.

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O que é pré-eclâmpsia e seus sintomas

A pré-eclâmpsia também recebe os nomes de toxemia ou DHEG – doença hipertensiva específica da gravidez. É a condição da gestante que sofre de pressão alta, acima de 140/90 mmHg, mais normalmente depois de completar 20 semanas de gravidez. Quando a mulher é acometida pelo problema, o quadro pode persistir até 12 semanas após o nascimento do bebê. Embora o problema se caracterize em especial pela pressão arterial elevada, é possível identificar quais os sintomas da pré-eclâmpsia extras, como edemas e excesso de proteína no xixi.

Já que se trata de uma doença comum e pode ser fatal, ao menor sinal de pré-eclâmpsia é importante que a mulher grávida busque ajuda médica. Quando não tratada pode prejudicar tanto a gestante quanto o feto. Vale lembrar que eclampsia é um tipo de convulsão que ocorre na gravidez, sendo a pré-eclâmpsia um de seus sintomas. O problema é que muitas vezes a mulher não percebe que está com a pressão alta, por isso, é importante fazer visitas frequentes ao médico durante a gestação.

Por outro lado, existem sintomas que aparecem antes do quadro de pré-eclâmpsia se desenvolver, os quais são mais fáceis de identificar. Entre eles está ganho de peso rápido, de dois a cinco em uma semana, bem como mãos, pés e rosto inchado. Se o problema evoluir, aparecem outros sinais, como dores de cabeça, dor no abdômen, alterações da visão (dupla, turva, pontos de luz, etc), falta de ar, poucas idas ao banheiro, confusão mental, vômitos, náuseas e convulsões.

Quais os sintomas da pré-eclâmpsia - O que é pré-eclâmpsia e seus sintomas
Imagem: cordvida.com.br

Como evitar e tratar pré-eclâmpsia

Embora a medicina não conheça com exatidão a causa da pré-eclâmpsia, sabe-se que existem fatores de risco, que aumentam as chances da mulher ter o problema. Alguns deles são histórico familiar, primeira gravidez, gestante com mais de 35 anos, gestação de mais de um bebê, gravidez com um novo parceiro e nova gestação depois de 10 anos ou mais.

Além disso, mulheres que possuem algumas doenças têm risco maior de desenvolver a pré-eclâmpsia. Entre elas, está a hipertensão, obesidade, diabetes tipo 1 ou 2, enxaqueca, doença renal, doenças autoimunes (lúpus, artrite reumatoide, escleroderma, etc) e tendência a desenvolver coágulos de sangue (trombofilias). Quando o problema é diagnosticado, o médico vai pedir que as visitas pré-natais ao consultório sejam mais frequentes para que ele possa acompanhar se o problema evolui ou não.

Mulheres com a doença ou que estejam dentro dos fatores de risco devem, em especial, fazer mudanças em seus hábitos, inclusive, no que diz respeito a diminuir o consumo de sódio, dormir bem, caminhar com regularidade e controlar o ganho de peso para que não seja excessivo. Quando isso não for o suficiente ela será tratada com remédios, os quais devem ser unicamente prescritos pelo seu médico.

Quais os sintomas da pré-eclâmpsia - Como evitar e tratar pré-eclâmpsia
Imagem: revistacrescer.globo.com

Este artigo é meramente informativo, no umCOMO não temos capacidade de receitar nenhum tratamento médico nem realizar nenhum tipo de diagnóstico. Convidamos você a recorrer a um médico no caso de apresentar qualquer tipo de condição ou mal-estar.

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