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Como tratar parvovírus B19

 
Por Redação umCOMO. 27 julho 2017
Como tratar parvovírus B19

O parvovírus B19, conhecido popularmente como a Quinta Doença ou Eritema infeccioso, não costuma ser uma infecção grave. Tem esse nome graças ao vírus que a provoca, o parvovírus B19, e costuma acometer crianças. O sintoma principal é o aparecimento de uma erupção cutânea avermelhada na bochecha da criança. No entanto, a condição pode se estender até ao tronco, braços e pernas dos pacientes. Esta é uma infecção contagiosa, principalmente no período de incubação, e é transmitida através de secreções, como as gotas de saliva ao tossir, por exemplo. É difícil de prevenir pois não existe uma vacina, sendo essencial manter uma boa higiene. A quinta doença costuma desaparecer sozinha e, assim como a varicela, é difícil de pegar de novo depois de passar. A maioria das crianças recupera rapidamente e sem complicações. Continue lendo este artigo do umCOMO para saber como tratar parvovírus B19.

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Como se pega parvovírus b19?

O parvovírus B19 é a causa deste eritema infeccioso. Esta infecção é própria dos seres humanos e não é a mesma que afeta os animais - o parvovírus canino. A quinta doença é comum em crianças entre os 5 e os 15 anos e é menos frequente em adultos e bebês lactantes.

É contagioso, sendo transmitido através de secreções respiratórias como a expectoração e os espirros ou secreções nasais. Logo, os surtos são muito comuns em escolas. Quando se desenvolve, não é tão contagiosa como durante a fase de incubação, quando os sintomas ainda não se manifestam muito. Isto faz com que seja uma condição difícil de prevenir. Além disso, não existe vacina para o eritema infeccioso, sendo impossível evitá-lo.

Uma vez que a erupção cutânea surge, a quinta doença deixa de ser contagiosa e a criança pode ir à escola, mesmo tendo os sintomas do problema.

Embora seja mais comum em idades escolares, se a criança apresenta a doença também poe contagiar os pais ou outros membros da família, embora não seja frequente.

Parvovírus B19: sintomas

Durante o período de incubação, a criança pode não ter quaisquer sintomas. Este período costuma durar entre 4 e 21 dias.

Caso ele apresente algum sinal, os principais sintomas do parvovírus B19 ou humano são os mesmos de um resfriado, como expectoração, dor de garganta ou até mesmo febre. Assim, fica bem difícil distinguir esta doença de um resfriado comum. Contudo, após a incubação, surge a erupção cutânea, o sintoma mais comum desta doença. No entanto, pode parecer que a doença já terminou, o que faz com que se pareça ainda mais com um resfriado, já que a erupção não costuma aparecer de imediato e sim uns dias depois.

Esta erupção cutânea costuma surgir nas bochechas e, para a criança, a sensação é semelhante a uma bofetada. Por esse motivo, também é conhecida como a "doença da bofetada".

A erupção cutânea pode se ir espalhando, pouco a pouco, chegando ao tórax, braços e pernas, ficando cada vez mais ténue. Não se assuste se, quando a erupção desaparecer, o corpo da criança continue vermelho e se formem uma espécie de rede de fios vermelhos, como renda. isto é normal e desaparecerá por completo em algumas semanas. A erupção costuma durar entre 1 e 3 semanas e, em alguns casos, provoca coceira. É necessário ter cuidado com a exposição solar, com o exercício físico e com os banhos muito quentes que podem reativar a erupção.

Embora o parvovírus B19 não seja tão frequente em adultos como em crianças e adolescentes, também pode afetar pessoas adultas. Além dos sintomas mencionados, algumas pessoas também manifestam inflamação das articulações como cotovelos ou joelhos, podendo durar meses.

Como tratar parvovírus B19 - Parvovírus B19: sintomas

Como tratar parvovírus B19

Como é possível concluir nesta fase, não existe nenhuma vacina para tratar o parvovírus B19 nem é possível preveni-lo já que, além disso, é facilmente confundido com outras doenças ou resfriados.

Também não existe nenhum tratamento para a doença em si. Já os sintomas, esses sim, podem ser tratados. Na maioria dos casos, a condição costuma ser muito leve e as crianças não apresentam sintomas e se sentem bem, não sendo necessário fazer um tratamento pois a doença cura sozinha.

No entanto, durante a incubação aparecem os sintomas característicos de um resfriado, como vimos. A criança pode ter menos energia caso tenha febre ou necessite de mais descanso. Nestes casos, podemos tratar a febre, mas sempre consultando o médico antes.

Quando estes sintomas desaparecem, não existe nenhum tratamento para a erupção, devemos simplesmente esperar que passe. Se a criança tiver muita coceira, pode ser administrado um anti-histamínico suave durante alguns dias, mas sempre com indicação médica.

Para evitar que a erupção cutânea volte a aparecer ou que piore, você deve ter certos cuidados como evitar que a criança tome sol ou banhos com água muito quente. Depois de passar a doença, a criança não será contagiada de novo pois desenvolve imunidade.

Este artigo é meramente informativo, no umCOMO não temos capacidade de receitar nenhum tratamento médico nem realizar nenhum tipo de diagnóstico. Convidamos você a recorrer a um médico no caso de apresentar qualquer tipo de condição ou mal-estar.

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